Navio de Pesquisa Hidroceanográfico (NPqHo) Vital de Oliveira – H-39

Navio de Pesquisa Hidroceanográfico (NPqHo) Vital de Oliveira – H-39

Navio de Pesquisa Hidroceanográfico (NPqHo) Vital de Oliveira – H-39
Navio de Pesquisa Hidroceanográfico (NPqHo) Vital de Oliveira – H-39

O Navio de Pesquisa Hidroceanográfico “Vital de Oliveira” deixou, no dia 13 de novembro, o Porto de Ilhéus-BA, para realizar a Comissão de Levantamento Ambiental da Costa Nordeste, com o objetivo de coletar e medir dados ambientais, a fim de contribuir para a compreensão da dispersão do óleo ao longo do litoral atingido.

Os trabalhos ocorrerão ao longo do litoral nordestino e envolvem diversas tarefas, tais como a realização de estações oceanográficas para perfilagem vertical de temperatura e salinidade da coluna d’água; coleta de amostras de água para análise química a fim de verificar a presença de óleo; análise de correntes marinhas; coleta de amostras do solo marinho; e medições de profundidade utilizando ecobatímetro multifeixe e o equipamento Underway-CTD, que faz medições de temperatura e salinidade com o navio em deslocamento.

O “Vital de Oliveira” dispõe de infraestrutura completa de pesquisa, concentrando 28 equipamentos científicos de última geração, permitindo a interação entre representantes de distintas instituições do País e a Marinha do Brasil. O navio também possui elevada capacidade de permanecer na área de operação por extensos períodos.

FONTE: Marinha do Brasil

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Thiago Aiani

Chegou tarde, antes que nunca .

Beserra(FN)

É melhor pode ler estes comentários “maravilhoso” aqui no PN do que ser cego.

Thiago Aiani

Ficou aborrecido foi coleguinha? passa a mão e diz que foi um excelente serviço prestado pela marinha, está tudo certo porque o teu salário tá caindo direitinho todo mês.
13 novembro ! 13 ! As primeiras manchas apareceram no final de agosto . São vista é ótima sua argumentação menos.

Thiago Aiani

Sua vista é ótima#

Beserra(FN)

Rapaz, se você não leu o texto com a devida calma, teria percebido que este é um navio de levantamento hidrográfico, não é uma navio de “combate as manchas de óleo”. A Marinha está participando dos esforços antes do Governo Federal dar maior atenção a causa. Não seja mais um comentarista de títulos de matérias ou apenas um opinador sem fundamentos. aproveitando a sua deixa. Nãos de Pesquisas e Levantamento, de levantamento. E a propósito, e a propósito, ele estava em outra missão antes deste levantamento. A Matéria fala muito pouco sobre a real missão do navio, que também é… Read more »

Thiago Aiani

Beserra, a dificuldade de contrastar o desastre foi ampliada por uma carência de informações e compreensão sobre o fenômeno. Não conseguir preever onde e como impcataria. Também, para mim, foi grave a ausência de toda uma estrutura com medidas já prontas aos primeiros sinais de alerta . Para mapear as correntes por exemplo , a supracitada embarcação teria sido muito útil, auxiliando ainda mais a compreensão com a quantidade de informações coletadas. Como menciona a matéria : ” com o objetivo de coletar e medir dados ambientais, a fim de contribuir para a compreensão da dispersão do óleo ao longo… Read more »

Camargoer

Caro Thiago. Concordo que a o governo federal demorou para entender a gravidade do desastre, mas essa responsabilidade era do MMA e do GSI. Não cabia a MB tomar decisões descoordenadas. Isso só aumentaria a confusão. Outro ponto é que em setembro, os meios mais adequados para monitorar provavelmente seriam os aviões da FAB que poderiam cobrir áreas enormes com grande rapidez. Também lembro do trabalho coordenado entre a MB e grupos de pesquisa das universidades para montar um panorama do problema. As críticas nesse caso devem ser direcionadas a outros órgãos.

Fernando "Nunão" De Martini

Vale lembrar que bem antes do Vital de Oliveira ser enviado à região já teve navio hidrográfico subordinado a distrito naval operando na crise.

Salim

Tenho uma dúvida, a mancha de oleo, embora submersa não poderia ser detectada pelos sonares devido a densidade e propriedades diferente do ambiente marinho? !!? Sonar e sensível a isto, teoricamente e até a temperatura diferenciada do meio/objeto.

Fernando "Nunão" De Martini

Salim,
Não sei, mas nesse caso teria que ser, imagino, sonar ativo, cujo alcance é na casa de dezenas de quilômetros apenas.

Americo Roscia

Não existe contra-medidas programadas numa situação não definida. Não era uma mancha de óleo comum, que pode ser vista e detectada a centenas de kms, foi uma situação inusitada onde só se tomou conhecimento do óleo quando ele apareceu nas praias, dadas as suas caracteristicas de permanecer submerso, uma novidade para os profissionais e pesquisadores.

Camargoer

Olá B.FN. Concordo com você. Contudo, o fato de concordar com a missão do H39 agora (e serão necessárias muitas missões nos próximos anos…) não isenta os erros cometidos pelo MMA e pelo GSI em setembro.

Camargoer

Olá Thiago. Eu já fiz várias críticas aqui no PN sobre como o MMA foi incompetente para acionar os meios no início de setembro, quando apareceram os primeiros sinais do derramamento. Também critiquei o GSI pela sua crônica incapacidade de avaliar circunstâncias e evitar crises. Contudo, acredito que é um erro criticar o envio do H39 para coletar dados sobre o desastre agora. Os meios para reduzir o desastre eram outros. Na época, discutimos aqui a necessidade de navios especializados das petroleiras (a Petrobras colaborou com esse tipo de equipamento) e aviões ou helicópteros com radares de abertura sintética e… Read more »

Thiago Aiani

Prezado Camargoer, agradeço seus adendos e esclarecimentos. Pessoalmente tinha lido que uma das possibilidades era mapear as correntezas marítimas para entender onde iriam impactar as manchas, como o texto da matéria menciona a capacidade de “análise de correntes marinhas” pensei que poderia ser um bom auxílio as operações.
Abraços

carvalho2008

E quem disse que isto nao teria sido feito Mestre Alani? E mesmo em sendo feito, acaso rede de contenção teria impedido? Não teria. O Oleo vem abaixo da superficie e chega lambendo a areia na praia….é só ai que aparece…. Isto ja foi repetido dezenas de vezes… Veja que o reporte do derramanto retroagiu a julho… A unica coisa que poderia ter antecipado e talvez com alguma eficiencia seria um patrulha identificar lá em julho, no ato ou com apenas algumas horas de diferença, enquanto o oleo ainda estava na superfície….porque depois que ele reagiu com a agua por… Read more »

elcimar marujo

e a marinha ia adivinhar que isso ia acontecer,por acaso vc sabe informar a profundidade e o local de onde esse óleo ta vindo,o meu salário,o dele e de muitos vai continuar caindo sim,pois trabalhamos para isso,agora se vc depende da pesca até entendo seu argumento ok. só pense antes de imputar culpas,esse óleo não estava flutuando na superfície a ponto de ser visto como uma mancha.e sim vindo do fundo,pois ele afundou e devido a densidade,sendo petróleo,misturou com a água salgada,virou essa pasta e esta agora na superfície sendo levado pelas correntes marinhas. se a marinha soubesse o local… Read more »

Camargoer

Caro Elcimar. Todos concordam que a MB não tem culpa pelo derramamento (a não ser que fosse de um navio da própria MB) e também que a MB não possui os meios para esse tipo de emergência (que foi fornecido pela Petrobras).

Joao Moro

Comentário medíocre, cego e desinformado. Temos que aguentar…

Thiago Aiani

João me informe meu colega, será um enorme prazer rebater suas esdrúxulas argumentações, como sempre . Com imensa dificuldade encontra-se no blog um seu comentário digno de uma pessoa capaz de raciocínio.

Joao Moro

Muito foi afirmado sobre as dificuldades de localizar manchas de petróleo que navegavam abaixo da linha da superfície, além das dezenas de milhares de metro quadrados que estavam sendo analisados, além das dificuldades de descobrir as correntes marítimas de dezenas de milhares de metro quadrados. Depois disso, você vem me dizer “Chegou tarde, antes que nunca .”??? Se você tivesse minimamente informado e não menosprezasse os esforços hercúleos feitos nesta empreitada dentro dos limites impostos por governos anteriores, você não teria feito um “Comentário medíocre, cego e desinformado.”

Camargoer

Caro João. Acho um pouco exagerado dizer que as consequências foram agravadas por causa “dos limites impostos por governos anteriores”. Concordo com as dificuldades envolvidas nesse tipo de operação, mas o governo federal tem duas instituições que possuem todos os recursos (humanos e materiais) para atuar em uma situação dessas. A primeira é a GSI, órgão de inteligência da presidência, responsável por avaliar potenciais crises e elaborar relatórios para a presidência (foi incapaz de prever ou recomendar ações da presidência para minimizar a crise ou se preparar para ela). O segundo órgão é o Ministério do Meio Ambiente, responsável por… Read more »

carvalho2008

Voces parecem propositadamente não entender a ocorrencia. Qual a literatura e historico de protocolos de ação o mundo inteiro tem visto do genero para este tipo de ocorrencia, que só foi vista em guerras? a) Pela quantidade, Não foi uma lavagem de porão b) Ocorreu longe, nos limites exteriores da ZEE c) Intencionalidade e ilegalidade, não foi uma colisão onde ocorrem comunicados de pedido de ajuda e socorro. Quem fez, fez de fato escondido. d) Sendo escondido, o Oleo ficou por dezenas de dias reagindo com o Mar. e) A Pasta betuminosa que se transformou chega lentamente entre 40 dias… Read more »

João Moro

Camargoer, o GSI não foi feito para ficar fiscalizando navios petroleiros que passam no oceano atlântico inteiro. Depois que foi constatado que não eram algumas borras de petróleo, o governo atuou para limpar e localizar a fonte, por meio dos seus órgãos (IBAMA, MB, etc…). Desde que apareceu as primeiras borras de petróleo nas prais, não dava e nem ninguém poderia imaginar o tamanho do desastre que estava por vir. Como foi noticiado em jornais, aparecer uma ou outra borra acontece por causas dos navios que limpams e jogam no mar. Respeito seu ponto de vista mas entendo que estas… Read more »

Thiago Aiani

Esforço hercúleo ? João, deixa de ser dissimulado, eu já sei onde tu quer parar, a sua única intenção é afastar qualquer crítica ou mancha que possa sujar seu político de estimação que governa atualmente o país. Você não está minimamente interessado pelos fatos, seu interesse é puramente eleitoral. Uma atuação patética, de um Estado que não tinha preparação alguma, doa que doer a MB, está longe de ser até uma guarda costeira. Ridículo ver que os primeiros que tiveram que atuar foram os cidadãos porque não havia nenhuma instituição preparada ou em alerta . Camargoer levantou a questão dos… Read more »

João Moro

“Esforço Hercúleo”. Eu usei esse termo pois várias coisas impediram o governo de melhorar a atuação: As várias baixar e sucateamento dos meios navais da Marinha para vasculhar e patrulhar os mares (governos anteriores só estavam preocupados em condenar militares por causa do regime militar e fazer licitações superfaturadas para roubar dinheiro do contribuinte), Ibama e órgãos ambientais com equipamentos sucateados e compras imbecis de aviões que nunca foram usados e que só gastaram com aluguel para deixá-los no chão, a não existência de um protocolo mundial (pois este caso foi o primeiro do mundo), e outros mais. Ademais, eu… Read more »

Americo Roscia

A primeira providencia sempre é e será dos Governo estaduais e seus órgãos, que após constatar as dificuldades e a incapacidade de agir sozinho solicita a intervenção dos órgãos federais, querer jogar a culpa só no governo é hipocrizia. O interesse político prevaleceu na decisão dos governadores do nordeste.

Doug385

Medíocre, cego, desinformado e mal redigido.

Thiago Aiani

Doguinho, além de apelar para falácias ad hominem, voce tem uma sua posição, uma opinião ideia a respeito sobre à atuação dos órgãos estaduais e federais ? Para mim foi péssima! Ridícula, medíocre e midiática para mostrar à opinião publica que estão fazendo algo e não foram pegos despreparados. Já a sociedade civil está de parabéns: a quantidade e rapidez de resposta de empresários, pessoas comuns, pescadores, surfistas e até turistas, que mesmo sem nenhum conhecimento estavam lá trabalhando horas e horas com o mínimo suporte, fazendo vaquinhas e tentando coordenar a operação de remoção , foi surpreendente. Não sou… Read more »

Jack Ryan

Por comentários deste tipo, por força de muitos desinformados ou que desejam a desinformação, sou favorável à extinção desses comentários.
Acompanho o PN desde 1997 e não gosto do que estou vendo.

Saqaz

Saudações Jack Ryan, a tendência é parar de ler os comentários, oi simplesmente parar de ler o próprio blog. É triste ver um meio que deveria ser para discussões técnicas e enaltecer os brasileiros, virar cada vez mais um palanque dos “excluídos”, dos lacradores, do vira-latismo, etc

Thiago Aiani

Jack Ryan, eu acompanho a Trilogia desde 2007, posso lhe afirmar com toda certeza que o que nunca faltou nesses anos foram desinformação, facciosismo e propaganda eleitoral.

Thiago Aiani

Aliás antes do 2007, na época seguia as notícias sobre F-X da FAB.

Salim

As vezes quando falam verdades que não queremos ouvir ou opinião contrária do que ‘achamos certo’ somos tentados a silenciar estas opiniões. O correto e absorver o que vale a pena, duvidar e questionar o que está errado e ponderar sobre visão diferente da nossa. Assim crescemos e evoluímos. Como dizia poeta” toda unanimidade e burra”.

Camargoer

Olá Salim. Concordo que é por ai. Somente um tolo tem certeza e é incapaz de mudar de opinião. Isso é muito diferente de aceitar toda opinião contrária como certa ou como errada. O mais simples é lembrar que há 50% de chance de uma opinião estar certa e 50% de estar errada. Só depois de considerar i) a fonte, ii) o contexto, iii) a exatidão é que dá para aceitar a validade de uma opinião diferente.

carvalho2008

Mestre Alani,

Enumere o que poderia ter sido feito, fica mais fácil discernir opinião de torcida com analise técnica.

Se sua opinião tem embasamento técnico, podemos então visualizar e factualizar os erros para que o caso possa ser entendido e ofertar ideias para que não voltem a ocorrer da mesma forma.

João Moro

Thiago Aiani, houveram muitos outros fatores que dificultaram a atuação do governo. Se você não leva em conta estes fatores, baseando-se nas informações veiculadas pela grande mídia, certamente você terá essa conclusão que não reflete a realidade.
Ademais, também parabenizo a atuação dos voluntários: eles foram importantes para diminuir o prejuízo causado por este navio.

Camargoer

Caro Thiago, acho que não. O objetivo dele é obter dados sobre o nível de contaminação e informações que ajudarão a entender o desastre (como uma investigação de um acidente aéreo). Provavelmente esse mesmo roteiro de missão será repetido daqui seis meses, daqui um ano, ao longo de dez anos. A função do H39 é entender o que aconteceu e monitorar as consequências por muitos anos. Ele não serviria para conter a mancha.

Esteves

Sim. Além de tudo isso…é branquinho.

ADRIANO MADUREIRA

Navio MADE IN CHINA… Ótima aquisição da MB,um dos navios mais novos da MB,adquirido em 2015. construído no estaleiro chinês Guangzhou Hantong Shipbuilding and Shipping Co. Ltd, de Xinhui, tendo custado aproximadamente R$ 162 milhões. Só vem a somar nos esforços de monitoramento e analise da tragédia. um navio muito bem equipado: Ecobatímetros Multifeixe (águas rasas e profundas) Ecobatímetro Monofeixe Perfilador de Subfundo Sonares de Varredura Lateral Perfiladores de Corrente (ADCP) CTD/Rossette, U-CTD, XBT, Perfilador contínuo de propagação da Velocidade do Som na água Veículo Operado Remotamente (ROV) até 4.000m Amostradores e testemunhador geológico Estação Meteorológica Automática Medidores de Ondas… Read more »

Esteves

Parabéns.

elcimar marujo

tarde por que?…é um navio de pesquisa,não de contenção de óleo ou outro fim desa natureza. mas a critica sem fundamento sempre é melhor né,para se aparecer.

Esteves

Navio lindo. Branquinho. Chegasse antes sujava de óleo.

Mayuan

Já se fosse na praia que você frequenta, se sujaria de marrom, e muito, a não ser que você fechasse a boca…

Thiago Aiani

Chegasse antes seria pedir demais.

Vovozao

15/11/19 – sexta-feira, bdia, não consegui entender até agora: 1) foi dito que o petróleo era Venezuelano; 2) petróleo seria da SHELL; 3) enviamos todos os nossos meios navais, Atlantico, Bahia, fragatas, navios patrulhas (nunca vi BNRJ) tão vazia, só ficaram as “sucatas”, agora estamos enviando nosso navio de pesquisa, não conseguimos descobrir nada, e, olha já são mais de 90 dias???? Aos entendidos por favor uma explicação dentro da lógica. Obrigado…

Mayuan

No google, com bem menos palavras que você digitou acima, teria encontrado respostas para todas as perguntas que fez.

Paulo Pires

A MB que não tinha dinheiro, resolveu colocar todos os meios para angariar uma verbinha extra. Esta é a única explicação lógica.

Enes

Possível rachadura no fundo do mar????????

Vovozao

15/11/19 – sexta-feira, bnoite, Enes, quem sabe mais um grande poço para a Petrobras explorar???? Kkkkkkkk

Camargoer

Olá Vovozão. Não deu tempo. Já leiloaram.

Vovozao

……valeu……

Esteves

Godzilla.

Camargoer

Olá. Excelente hipótese.

Rodrigo

E olha mesmo que seja proposital de alguém não faremos nada. Ou seja não acontecerá nada.

Esteves

Calma lá,

O navio não foi limpar, combater, varrer. A missão do navio é coletar e medir. É navio de pesquisa. Ontem, hoje ou amanhã…se chegasse antes (com bola de vidente) não haveria o que coletar. Se chegassem durante não saberia a extensão e a duração do problema. Chegou depois porque faz sentido você medir os danos e fazer pesquisa depois que o fato aconteceu.

Tivessem enviado navio sem fato marcante a crítica rasa seria o que é que o navio foi fazer no NE?

Tá branquinho. Não sujem. E se sujar o Atlântico vai limpar.

Thiago Aiani

Depois de que? Quem disse que não haverá mais ? As investigações iniciaram em setembro , ou seja eles já sabiam da situação. Quando o Óleo atingiu o litoral pernambucano , como a praia dos carneiros e tantas outras não havia ninguém preparado, uma estrutura é logística montada e aguardando. Nada !

Thiago Aiani

Isso é incompetência, negligência e descaso! Você inicia as investigações nos primeiros de setembro, sabe já desse risco, sabe que essa praga está no mar ao largo do litoral nordestino,
com certeza as correntes iriam trazer esse óle para costa … alguém se preparou ? Alguém deu o alerta ? Tinha já montada essa estrutura ? NÃO

Esteves

Olha…o que ficou pendente foi quem fez. No regime presidencialista o chefe das Armas, o comandante supremo é o presidente. Em um regime presidencialista civil espera-se que as instituições civis estejam funcionando. Institutos, ministérios, secretarias, governos regionais e locais, organizações não governamentais e gente. Gente do povo. Arma…Marinha ou Aeronáutica ou Exército não fica nas redes sociais procurando o que fazer. O presidente convoca o Ministério da Defesa (sei lá pra que serve) e os Comandantes das Armas. Não teve notícia que a MB não tenha obedecido prontamente qualquer convocação da presidência. Prontamente. Imediatamente. Dias. Não é missão da MB… Read more »

Camargoer

Olá Esteves. A GSI é responsável por informar a presidência sobre riscos, crises, buscar e avaliar informações para apoiar a decisão da presidência. A crise do derramamento do óleo é mais uma que a GSI foi incapaz de avaliar. O MMA tem todos os recursos materiais e humanos para avaliar crises ambientais. Esse dois órgãos falharam.

Esteves

I – assistir diretamente o Presidente da República no desempenho de suas atribuições, especialmente quanto a assuntos militares e de segurança; II – analisar e acompanhar questões com potencial de risco, prevenir a ocorrência de crises e articular seu gerenciamento, em caso de grave e iminente ameaça à estabilidade institucional; III – coordenar as atividades de inteligência federal; IV – coordenar as atividades de segurança da informação e das comunicações; V – planejar, coordenar e supervisionar a atividade de segurança da informação no âmbito da administração pública federal, nela incluídos a segurança cibernética, a gestão de incidentes computacionais, a proteção… Read more »

Camargoer

Olá Esteves. A culpa é de quem derramou. Inquestionável. A responsabilidade de coordenar os trabalhos de emergência do MMA. A responsabilidade de alertar a presidência da crise é do GSI. Os dois falharam. Só não entendi quem vai ter chilique por causa de hora extra, férias e FGTS e o que isso tem a ver com o acidente?

Esteves

Professor, Aonde está a falha? Eu fui buscar a missão do GSI. O GSI cuida das crises em torno, que envolvem a segurança da presidência. A crise que está descrita é a crise da segurança institucional. Não é crise ambiental. Estamos tratando fatos e acontecimentos com o apetite de tubarões. Não precisa esquartejar o corpo pra saber que o ser faleceu. Morreu, enterra. MMA. Por que falhou? Aonde? No tempo? Na prontidão? Falhou quando passou na TV? Falhou por que não Twittou? Aqui no PN. Recapitulemos os comentários chiliquentos, atrevidos e estapafúrdios sobre…a pesca, a fauna marítima, os crustáceos, a… Read more »

Camargoer

Esteves. O Abin está subordinada diretamente à diretoria da GSI. A missão da Abin é “Antecipar fatos e situações que possam impactar a segurança da sociedade e do estado brasileiros, de modo a assessorar o mais alto nível decisório do país, bem como salvaguardar conhecimentos sensíveis e aprimorar as atividades de inteligência do estado”. Então cabe á GSI avaliar e antecipar crises, ou seja, chegar ao presidente e avisar “Isso vai dar merda” (como diria o Cap. Nascimento na visita do Papa). Aliás, a GSI tem sido incapaz de assessorar o Planalto nem que seja para preservar a imagem do… Read more »

Camargoer

A Abin é subordinada à GSI, e é ela que é responsável para dar assistência ao Planalto por meio de relatórios de inteligência. O ministro do MMA fez uma viagem aos EUA e Europa entre os dias 18 de setembro e 04 de outubro. Durante esse período fez declarações apenas sobre os incêndios na Amazônia. Sua primeira declaração sobre o derramamento é de 9 de outubro, dizendo que provavelmente o óleo veio de um navio estrangeiro.

Esteves

E não veio? Mestre professor, Foi um acidente. Um desastre. Provocado por óleo retirado dos campos de Orinoco. Vazou ou foi derramado por navios que carregaram o óleo na Venezuela. O que o ministro declarou ou pensou não teve nenhum impacto no fato. Quem estava nas localidades…nativos, pescadores, turistas, viventes e depois as organizações municipais, estaduais e governamentais, escalaram o acontecimento. O que a Abin tem com isso? O que o GSI tem com isso? Esses gabinetes cuidam da segurança institucional da presidência. Sim…alarmou. Sim…passou na TV. Sim…nas redes. Sim…tem que entender o que está acontecendo. Existe Gestão de Risco… Read more »

Camargoer

Caro Esteves. O GSI/Abin trabalham coletando informação, analisando, fazendo inteligência e (parece que não faz) reportando ao Planalto situações de potencial crise (inclusive á imagem da presidência). Os seus arapongas têm acesso à especialistas do setor público, acadêmico e privado. Pelo que entendi até agora, já tinha gente ligando os pontos que o acidente era grave. Se o GSI foi incapaz que o derramamento tinha potencial de gerar uma crise (e gerou), então falhou. Outra possibilidade é que o Planalto ignorou os alertas da inteligência sobre “o risco” da confusão que se armava (nesse caso, a presidência teria que identificar… Read more »

Esteves

Sim, Sim, professor. Tudo está certo. Tendo ocorrido o que o mestre declara que ocorreu e eu não estou aqui para confrontar mestre, qual a relação e qual o impacto desses no fato? Arapongas. Quando leio essa palavra entendo que o mestre remete-se a si mesmo aos anos dourados do SNI. Tudo é grave. Gente que está assentada há meses nas cadeiras da governança fazer ou deixar de fazer o que nós outros acreditamos que deveria ter sido feito não muda absolutamente nada no fato que ocorreu um acidente ambiental. Gente que estava mais próxima atuou na frente. Só faltava… Read more »

Camargoer

Caro Esteves. Quando menciono “Arapongas” refiro aos técnicos concursados que compõem a Abin com a função de coletar informações (a maioria de domínio público), avaliar possíveis cenários (do otimista ao pessimista) e reportar as possíveis consequências. Um acidente é um evento imprevisto (se está previsto e não foi evitado é prevaricação) mas a partir do momento que o governo toma conhecimento, duas coisas precisam ser feitas. A primeira (e óbvia) são as ações de emergência (responsabilidade do MMA no caso de acidente ambiental), a outra é avaliar o caso e prever consequências de curto e médio prazos para evitar do… Read more »

Esteves

Exposição inapropriada.

Ok. Concordo. Rendo-me.

Mas que ainda tem trimilique, isso tem.
O rio Sorocaba tá mais poluído que essas praias.

carvalho2008

Mestre Esteves,

Minha conclusão é que diante de tantas adversidades, azares ou possíveis sabotagens, ou mesmo uso político de ocorrências comuns ou não intencionadas, que o GSI tem de ter um protocolo paranoico de analise e notificação, pois nos dias de hoje, tudo pode ser….

O problema depois é que chamar o GSI de paranoico vendo risco em tudo e entupir a atenção do que seriam riscos verdadeiros…

Esteves

Então.

Deixa o GSI com os riscos de governança. Já tá bom.

Camargoer

Olá Carvalho. Acho que é o contrário do paranóico, que vê ameaça na sombra e acha que a KGB está infiltrada, mas é fazer a “inteligência” que se espera dela. Isso nada tem a ver com uso político. A lista de vezes que o Governo foi pego de surpresa ao longo desse ano é longa (importa falar da GSI sob o comando do atual ministro). O trabalho da Abin (que responde à GSI) é coletar informação (quase sempre pública), analisar, elaborar cenários e avaliar o grau de risco. Quando começou a pipocar praias com óleo no começo de setembro, já… Read more »

carvalho2008

Não acho Mestre Camargo. O “x” da questão é : “O que se pode fazer depois que mais de 1500 toneladas de petroleo foram despejadas no Oceano ha mais de 40 dias?” Alguem aqui listou ou sabe listar isto? O que se pode fazer com esta massa dispersa e lamacenta? Qual é o tipo de contenção? Tem? Tem mesmo ou não tem? Existe contenção para massa abaixo da superfície? Uma coisa eu lhe garanto, se houver ( o que acredito que não exista ao menos na escala e caracteristicas da ocorrencia no mundo), isto se chamaria de P R O… Read more »

Esteves

É grude. É piche. É óleo.

Precisa limpar. Só isso. Pega um copo com água do rio Paraná.

Lá nos anos 1990…levaram o Esteves para pescar no Rio Aquidauana no MS. 43 graus. Não deu peixe. Tinha muito mercúrio nas águas do rio.

Ninguém chamou o GSI.

Camargoer

Olá Carvalho. Acho que tem uma diferença entre as ações de emergência coordenadas pelo MMA e o serviço de inteligência da GSI para alertar a presidência sobre o risco de um problema se agravar e virar uma crise ou esse risco está reduzido. De um lado estava a MB, com a FAB, com a ANP e Petrobras fazendo o trabalho de emergência, a MB, Petrobras e universidades fazendo estudos, simulações, análises químicas.. tudo dentro do que déu para fazer com os recursos disponíveis. Agora, o ministro do MMA viaja para convencer o mundo que não teve crise de incêndio e… Read more »

Esteves

Crise de incêndio provocada. Provocada pelo GF que não tinha nada que ter cortado ou dito que ia cortar recursos de entidades que trabalham nas florestas. ONGs ou não ONGs. Se está desconfiado de infiltração e se recebeu informações do GSI que tem sabotagem em ONG, trabalha em silêncio. Faz o que tem que fazer de forma enérgica mas na miúda. Fala pro Macron. – To expulsando 2 ONGs francesas daqui por isso, isso e isso. Mas não quero colocar nossas ações e nossos esforços na floresta em questão. Não quero comprometer políticas. Queimada não é incêndio. Precisa explicar isso… Read more »

Camargoer

Olá Esteves. Acho que continuamos com ideias diferentes sobre o trabalho de inteligência que o GSI poderia fazer (e acho que tem falhado). Espionagem ou crimes é apenas uma pequena parte do trabalho de inteligência. A maioria das crises são problemas internos ignorados que eram pequenos e simples no começo, mas depois vira barata-voa.

Esteves

Sim. Concordo com as discordâncias e com as divergências.

Mas posso mudar de opinião quando descobrirem quem fez isso.

Se.

Esteves

Carvalho,

1.500 toneladas grudadas na areia. Você viu a remoção. É piche grudado. Não dá pra separar. Tem que enviar a uma usina pra fazer a separação.

Tira a areia. Tira o lixo. Quanto fica de piche?

carvalho2008

Não importa Estevez, O que importa e desafio a todos do forum, que mostrem a tecnologia e procedimento de qualquer país do mundo para enfrentar situação semelhante. Ninguem aqui conseguirá. Pois os protocolos de todos os país visam cobrir incidentes notificados. O Caso em questão brasileiro não foi notificado, foi na surdina, escondido, se não criminoso na intenção foi no acobertamento, agravando a situação na qual o material ficou longamente exposto e abaixo dágua. Quando isto acontece, não é algo percebido nem na primeira semana e sim pelo volume crescente de ocorrencias no litoral. Algo simples de entender quando se… Read more »

Esteves

Nem no concreto.

Ozawa

Essa é a Marinha científica cuja existência em dias de paz – que é a regra de conduta esperada das civilizações contemporâneas – é justificada diariamente pela ordem natural e não por cenários hipotéticos de agressão militar de qualquer ordem ou direção geográfica. A discussão se se trata de uma atividade, em tese, estranha ou não a uma marinha de guerra, se dissolve nos múltiplos aspectos do contexto brasileiro. Sem falar da estrutura consolidada por décadas no serviço hidrográfico da Marinha do Brasil, cuja transferência ou reconstrução em uma agência autônoma civil seria, repita-se, no nosso contexto e ao meu… Read more »

Esteves

Mestre Osawa,

Eu pensava exatamente assim quando comecei ainda jovem…meses atrás, a ler e reler o PN.

“…defesa civil e patrulha, nos mares e rios do Brasil, não deve dispersar recursos financeiros e materiais em devaneios bélicos fundados em elaboradas e ilusórias estratégias, talvez inspiradas pela cultura cinematográfica de Hollywood que encanta nossas mentes.”

Fui convencido e convenci-me do oposto. Bomba, bomba, bomba…como dizia o Ibrahim Sued.

Faz tempo que não vejo esse menino na TV.

carvalho2008

Mestre Osawa,

Numa boa estrutura formada a contento das necessidades eu concordaria.

Tanto como uma guarda costeira.

Mas diante da falta de tudo, onde chamamos rebocador de corveta, sem cobertura de patrulha costeira e ambiental, de barcos e tudo o mais, até o Office Boy precisa então no momento, ser compartilhado….

Até ajustar tudo isto, seriam apenas mais uma folha de pagamento burocratico e administrativo tal como os milhares de municipios com menos de 5 mil habitantes que sequer geram 10% de sua receita no Brasil….

carvalho2008

em adição…e tendo uma estrutura assim, a MB poderia se isentar de auxiliar certo? uma vez que deixaria de ser missão prevista em seu orçamento…

Esteves

Carvalho, mestre.

Não. Pensa no Vital de Oliveira pintado de cinza com um canhão na proa, helicóptero, contra medidas e alguns mísseis. Nem precisaria ser uma classe K130 dos alemães. Do jeitinho do Vital…mais umas coisinhas e bota 15 na água.

Esquece Meko.

O Marujo

O melhor das reportagens são os comentários, o debate inteligente e mais ainda a paciência dos colegas em responder a certos comentários; alguns vindo de pessoas com desconhecimento de causa e daí a necessidade dos foristas mais experientes no assunto (militares ou não) esclarecerem certos pontos, nem sempre a favor é claro pois ninguém está aqui pra defender falhas ou coisas erradas. Mas alguns comentários vc vê que são totalmente sem nexo e clareza da realidade, vindo de pessoas que estão aqui claramente para destilar veneno e sua raiva ou frustração ou sei lá o que de mal que aflige… Read more »

Salim

Caro Marujo, concordo com vc, comentários sem nenhuma coerência são difíceis de digerir, mas veja lado bom nisto, serve como um termômetro da insanidade que rola por ai. Também mostra que alguns, mesmo contra bom senso, continuam apoianhando ideias nocivas a todos ( tanto esquerda como direita ) e que não tem capacidade de ter opinião própria.

Joao Moita Jr
Ozawa

Prazado J. Moita, Mesmo sem acesso à matéria integral, a tese é recorrente desde o fim da Segunda Guerra Mundial, e sabemos que não é uma questão de ‘se’ mas de ‘quando’ será plenamente efetiva, porquanto a evolução tecnológica é e continuará sendo disruptiva por excelência, e no tema em destaque off topic seguramente não é diferente. Já no início da década de 70, por exemplo, a brilhante e conhecida série literária britânica História Ilustrada da Segunda Guerra, da Renes, em seu título “Porta-Aviões”, conclui com um vaticínio ainda carente de fiel cumprimento mas já apresentando seus indícios escatológicos: “(…)… Read more »

carvalho2008

É um eterno embate de analistas. Uns defendem que são muitos ovos na mesma cesta, arriscado de afundar ou ser avariado e não justificar seu investimento ( Sou partidario desta tese) Outros, que diante do risco de ser alvejado, é melhor eu crescer a cesta de ovos, torna-la tão grande e redundante que mesmo alguns misseis não conseguiriam afunda-lo ou tira-lo de operação. É a defesa dos Super Carrier de 90 a 100 mil toneladas e 360 metros…. É por isto que os americanos não realizam exercicios de afundamento de carcaças de Nae desativados….de um lado para não expor eventuais… Read more »

Esteves

Penso que o Mestre Osawa vai além, Sobre os porta-aviões é somente um ponto. Ponto na curva. O que compreendi nas últimas postagens: . País pobre tem obrigações sociais mais urgentes. Separando as urgências das importâncias, ter e manter porta-aviões estaria em 30o. lugar na escala de 30. . País que gasta demais (e bota demais nisso) com custeio vai na contramão da eficiência. Vale para as Armas e para todos os orçamentos públicos. . País com dimensões continentais precisa decidir como cumprir as obrigações constitucionais. Vigilância e Patrulha para um mar desse tamanho seriam atividades mais adequadas para uma… Read more »

Guizmo

Esse é, na minha opinião, o mais belo navio da MB. É meu protetor de tela

Esteves

Belíssimo.

Salim

Gosto muito das Niterói e da Barroso, também gosto do design do São Paulo.

Sincero Brasileiro da Silva

Guangzhou Hantong Shipbuilding and Shipping Co. Ltd. Este navio custou R$162 milhões. Teria saído mais barato se tivéssemos comprado de um estaleiro inglês, francês ou alemão?

Camargoer

Caro SBS. Eu não sei dizer se o contrato foi uma licitação internacional ou uma carta-convite (o tipo de equipamento permitiria o MinDef fazer um contrato direto, sem licitação). Outro aspecto importante seria os equipamentos dos laboratórios, comprados de diversas empresas dos EUA, Japão, Alemanha. Acho que tanto faz um estaleiro na China ou Coreia ou qualquer outro local. Faria diferença contratar um estaleiro brasileiro.

Fernando "Nunão" De Martini

A aquisição do Vital de Oliveira resultou de um contrato que, além da Marinha (sob o MD) envolveu também o MCTI (hoje MCTIC) a Petrobras e a Vale. A construção foi na China e os equipamentos diversos para as pesquisas científicas foram instalados em Singapura.

Abaixo, pdf de apresentação sobre o navio no IV Simpósio de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha, evento realizado em São Paulo em 2017:

https://www.marinha.mil.br/dgdntm/sites/www.marinha.mil.br.dgdntm/files/arquivos/6-%20CF%20Aluizio-DHN.pdf

Camargoer

Olá Nunão. Bacana. Obrigado.

Jorge Cardoso

Evidente que o GF falhou. Como falhou, também, no desastre de Mariana. Mas, em tempos de comentários dignos de um fla-flu, poucos se recordam disso. Ou preferem não recordar. Parece que os comentaristas com vies ideológico-político de “esquerda” torcem para que tudo dê errado em nosso país, pois assim alguém poderá retornar em 2022 para fazer o país voltar a crescer. Esquecem que foi a “escolhida” desse alguém que nos colocou na pior crise da história. Já os de “direita” preferem culpar a falta de investimento de governos anteriores, para não admitirem as inúmeras falhas ocorridas na gestão desse desastre… Read more »